segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Por que os sensitivos se sentem mal perto de algumas pessoas?

Os sensitivos são seres humanos que possuem sensibilidade emocional aumentada.

Esse conceito foi apontado pela psicóloga Dra. Elaine Aron em 1991, que apontou através de estudos que entre 15% e 20% da população mundial possui esse tipo de sensibilidade mais aflorada porque os seus cérebros processam informações sensoriais de forma diferente e por isso possuem habilidades e expressas de maneira mais intensas que os demais.

Os sensitivos – também chamados de empatas – são portanto mais sensíveis a emoções, comportamentos e energias de pessoas e lugares. A presença de algumas pessoas ou a entrada em lugares específicos podem fazer com que um empata se sinta mal. Entenda mais sobre isso.

A sensibilidade aflorada dos sensitivos e o que isso pode causar

Normalmente, quem é considerado um sensitivo considera isso como uma qualidade, uma habilidade positiva.

São normalmente excelentes ouvintes, pessoas caridosas com muita clareza de pensamento, conhecidos por darem bons conselhos.

Mas devido à sua sensibilidade emocional aumentada eles são muito influenciáveis pelo ambiente ou por pessoas, são capazes de detectar energias carregadas que estão impregnadas no lugar, detectam mais facilmente comportamentos falsos e não conseguem lidar com pessoas pretensiosas e/ou mentirosas.

Comportamentos e situações em que um sensitivo se sente mal

Todo mundo pode ser capaz de identificar sinais de falsidade no discurso humano, os empatas possuem maior facilidade devido à sua extrema sensibilidade.

Lidar com alguém hipócrita ou falso pode ser tolerável para pessoas comuns, mesmo que eles saibam dessa característica da pessoa, para os sensitivos, isso é praticamente uma tortura, um desconforto intenso.

Sentem-se cansados, sentem que sua energia foi drenada, sentem-se frustrados, muitas vezes ficam com as mãos úmidas, com o coração disparado e o bocejo é uma reação muito freqüente.

Veja abaixo algumas situações que fazem com que um sensitivo se sinta mal:

•Falsos elogios – eles detectam logo a falsidade e mal conseguem disfarçar a sua decepção

•Pessoas que aumentam suas vitórias para ganhar aprovação e reconhecimentos dos outros

•Pessoas que renunciam à sua personalidade ou tentam ser aquilo que não são para se sentirem por cima

•Falsas delicadezas com intenção de receber algo em troca
•Pessoas que estimulam a inveja e o ressentimento

•Quem age de forma dura e insensível para ocultar dos outros a própria dor ou sensibilidade

Reações comuns dos sensitivos nestas situações

Muitas vezes os sensitivos nem conseguem explicar o porquê de estar se sentindo mal e o que está causando isso nele.

Alguns deles conseguem identificar o foco, mas outros só conseguem pensar em se afastar do ambiente e das pessoas que ali estão, e normalmente ouvem: “O que aconteceu? O que ele(a) te fez de mal?” sem saber explicar exatamente o porquê. Ficam nervosos, tensos e têm dificuldades de formar frases com clareza, o que em situações normais eles têm muita facilidade.

Se o sensitivo precisa estar em um ambiente ou perto de alguém que lhe faz mal, ao se afastar ele se sente enjoado, tonto, podendo inclusive ter ânsia de vômito. Ficam muito calados, sem querer continuar a conversa e muitas vezes, ao se afastar da pessoa ou do ambiente sentem um inexplicável sentimento de culpa.

Comício no velório assusta Augusto de Franco: “Só um psicopata teria coragem de fazer o que Lula fez hoje”

Augusto de Franco é um escritor, palestrante e consultor que atuou por 20 anos com programas de desenvolvimento local por meio do investimento em capital social. Ele fundou em 2008 a Escola-de-Redes: uma rede de pessoas dedicadas à investigação sobre redes sociais e à criação e transferência de tecnologias de netweaving (hoje com cerca de 11.600 pessoas conectadas).
 
Ao que parece, inicialmente a tática petista era de que Lula não falasse nada, até para não passar a imagem de desumanidade ao público. Daí vários outros petistas iriam politizar a morte de Marisa. Mas Lula parece ter cedido ao impulso e tentou aproveitar a morte de Marisa para discursar contra a Lava Jato. O efeito tem sido extremamente negativo para o ex-presidente, que agora pode ficar estigmatizado como aquele que até politizou a morte da mulher.
 
Segundo Augusto Franco: “Só um psicopata teria coragem de fazer o que Lula fez hoje. Instrumentalizar a morte da própria mulher para a luta política. É pavoroso politizar o velório da mulher como Lula fez, reafirmou suas palavras em mais detalhes em um texto chamado “Psicopatas no Poder”, escrito neste domingo. Leia uma parte importante do texto:
Não se deve desejar ou comemorar a morte de ninguém. As pessoas que aproveitaram a morte de Marisa para atacar Lula erraram. E eu repudio todas as agressões à Marisa (que conheci pessoalmente, há mais de 30 anos). Mas também não se deve instrumentalizar a morte de alguém – sobretudo de um ente querido – para propósitos políticos. Transformar o velório de Marisa num ato político e atribuir a culpa à operação Lava Jato vai além do aceitável.
Ontem tuitei que só um psicopata teria coragem de fazer isso: instrumentalizar a morte da própria mulher para a luta política. Reafirmo aqui o que disse. Porque Lula não apenas consentiu que se armasse um palanque no velório (com decoração e tudo e até um banner gigantesco em que ele próprio aparecia com mais destaque ao seu lado). Fez pior. Ele “subiu” no palanque e discursou. Chamou os integrantes da força-tarefa de facínoras, dando a entender que a morte de Marisa foi de algum modo causada pelos agentes do Estado democrático de direito, que estão apenas obedecendo as leis. Ora, isso é falso. E revoltante.
Não foram as pessoas que usaram erradamente a morte de Marisa para atacar Lula o alvo do evento e sim os que estão cumprindo seu dever de investigar os crimes cometidos por Lula, que envolveram, sim, sua família (sua mulher e seus filhos). Os que criticam corretamente Lula não têm nenhuma responsabilidade pelo fato dos seus familiares estarem sendo investigados e processados. Quem atravessou o sinal – aproveitando um momento de dor, que deveria ser privado, para atacar os que consideram inimigos – foram os dirigentes e militantes do PT sob o comando dele, o líder-candidato. Nem a Máfia ousava fazer tanto. Mesmo quando o chefe de uma família era assassinado e os mandantes compareciam ao velório, mantinha-se o respeito e o decoro.
Esse tipo de comportamento é recorrente em Lula. Aconteceu no discurso que proferiu logo depois da sua condução coercitiva, fazendo-se de vítima. Se manifestou ao longo de toda a sua vida pública, quando deu uma rasteira em Paulo Vidal, seu orientador e antecessor no Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo, apagando-o da história, quando aprendeu a usar a mentira como método, acusando seus inimigos de fazer o que ele fazia e, sobretudo, quando “queimava” seus amigos, pessoas do próprio partido que poderiam lhe fazer sombra: assim fez com Suplicy, Erundina, Tarso Genro e outros (sim, eles vão negar) e, até, com seu “inimigo íntimo” Zé Dirceu (que ele chamava, em privado, de “filho da puta”).
São apenas alguns exemplos do tipo de personalidade do grande líder do PT que já foi apontado, pela força tarefa da Lava Jato, como chefe da organização criminosa que tentou tomar de assalto o Estado brasileiro. Esses traços de personalidade revelam um transtorno que é classificado pela literatura psiquiátrica como psicopatia (ou sociopatia).

Amar é tão simples.


Amar é tão simples. As pessoas é que complicam, as pessoas é que idealizam demais e esquecem de viver a realidade que, por mais complicada que possa parecer, continua linda de viver. As pessoas se esquecem de que o amor precisa ser alimentado não com presentes e jantares caros. Não, o amor não precisa ser financiado para se manter.

O problema é que as pessoas se esquecem do chocolate favorito quando vão ao mercado, se esquecem de que aquela camiseta do Star Wars vai fazer o coração do outro bater mais forte e que o sorriso vai ser desenhado aos poucos em seu rosto como quem diz obrigada.

As pessoas se esquecem da cor favorita, da sobremesa preferida, se esquecem de que um filme de comédia romântica, em um final de tarde no domingo, faz bem. As pessoas se esquecem de elogiar aquele vestido novo, de dizer o quanto está linda naquele pijama velho que a deixa ainda mais bonita.

As pessoas se esquecem da importância de assistir um jogo de futebol com o parceiro, de gritar com ele quando o seu time faz um gol e de vibrar com os “quase” gols.

As pessoas se esquecem de tirar um tempo de qualidade para escutar o outro. As pessoas se esquecem de dar uma flor dessas que a gente rouba do quintal dos outros (risos). De elogiar o perfume novo e de dizer aos pés do ouvido o quanto ama esse alguém.

Não precisa de buquê no trabalho, não precisa levar para jantar em um restaurante caro, não precisa encher de joias, comprar presentes caros. Não precisa disso para manter a chama do amor acesa. Não é isso que faz pegar fogo.

Um beijo na testa faz o coração de qualquer mulher se acalmar, um abraço quando as coisas não estão bem faz com que a gente se sinta protegido e assistir aquele filme que o outro tanto quer, também sabe agradar.

Beijos ao pé da orelha causam arrepios e o toque sincero faz o corpo balançar. O problema é que as pessoas são intensas demais no começo de um relacionamento e fazem de tudo para conquistar o outro, mas não sabem como lidar com todo o sentimento que, às vezes – na maioria das vezes – parece não caber dentro da gente.

E aí vem os inúmeros presentes, os inúmeros agrados, os inúmeros elogios e depois de um tempo, a insegurança vai embora e a gente se esquece de que é preciso conquistar todos os dias. Mas isso, ao contrário do que muita gente pensa, não é um fardo, obrigação e está longe de ser um sacrifício.

É a simplicidade que emociona, é o beijo de bom dia, é o “sonhei com você”, é o elogio sincero e inesperado, é o cuidado, é fazer aquele mousse de maracujá, preparar uma janta em casa mesmo e dizer: “Só tinha ovos, fiz um omelete delicioso pra nós dois. Espero que goste”. Um recado deixado no meio dos seus livros é o suficiente para fazer o nosso coração sorrir.

 

domingo, 5 de fevereiro de 2017

NÃO, LULA, SÉRGIO MORO NÃO MATOU SUA MULHER!!!

DARCI MOREIRA escreveu!:

NÃO, LULA, SÉRGIO MORO NÃO MATOU SUA MULHER!!!

 Ao lado do caixão de Dona Marisa você acusou a justiça, o ministério público e o juiz, Sérgio Moro DE TEREM SIDO RESPONSÁVEIS PELA MORTE DA SUA MULHER!

 Todos nós sabemos que qualquer pessoa pode sofrer um AVC, mesmo quem vive uma vida feliz, sem vícios e sem excessos! É uma fatalidade que pode atingir qualquer ser humano, principalmente depois dos 50 anos! Mas a sua mulher, não!!! Não é Lula??? Não podia ...ser apenas um problema de saúde!!! Sendo A SUA mulher, então, tinha de ser uma "conspiração das elites"!!! Que baixeza! Que ato vil!

 Sabemos que a sua esposa morreu, de causas naturais, NA UTI DO MELHOR HOSPITAL DO PAIS, ao qual nem a classe média do Brasil consegue ter acesso! Mas, se é pra procurar "culpados" pela morte de Dona Marisa, POR QUE NÃO PENSAR, PRIMEIRO, EM VOCÊ MESMO! Um marido ausente, que não acompanhou o parto de nenhum dos seus filhos!!! Cuja mulher reclamava, até para as empregadas, da permanente solidão! Dona Marisa não apenas "morreu triste", mas LEVOU UMA VIDA TRISTE, por sua causa!


 Uma simples dona de casa que foi levada, pela ganância do marido, a se envolver em crimes, em corrupção, em imundícies desonrosas QUE VOCÊ ORGANIZOU! A dor de quem se viu obrigada, ao longo de uma vida inteira, a se enfiar cada vez mais em atos que machucam a consciência e apertam o coração! Estes sim, capazes de destruir a imunidade, o equilíbrio e a saúde de qualquer ser humano!


 O Brasil inteiro sabe que você tinha DUAS AMANTES, Lula: a Rose e a Juvânia! Tão arrogante era você, que obrigava A SUA MULHER a conviver com ambas, fazendo-a passar por anos de humilhações constantes. Na hora da morte, você podia ter poupado a sua família de mais esse vexame que fez questão de promover no velório da "galega"!


 Tivemos de tolerar seu choro falso de GARANHÃO TRAIDOR, tripudiando sobre um cadáver, numa hora que exigia um mínimo de respeito! Lula, você se tornou O PRIMEIRO VIÚVO DO MUNDO A FAZER UM COMÍCIO, EM REDE NACIONAL, DURANTE UM VELÓRIO!!! E isso pegou muito mal!!! Até quem ainda te bajula ficou constrangido!!! Está provado, Lula, que você não tem conserto, É UM CASO PERDIDO!!!

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

O que é namorar ???

"Namorar é algo que vai muito além das cobranças. É cuidar do outro e ser cuidado por ele, é telefonar só para dizer bom dia, ter uma boa companhia para ir ao cinema de mãos dadas, ter alguém para fazer e receber cafuné, um colo para chorar, uma mão para enxugar lágrimas, enfim, é ter alguém para amar. Somos livres para optarmos! E ser livre não é beijar na boca e não ser de ninguém."
[Arnaldo Jabor]

DIcas para escolher a cor certa para a sua casa

Seja o ponto de partida ou a última escolha da decoração, a cor de parede é fundamental para compor a atmosfera da casa. Parece ser apenas um detalhe, mas as matizes influenciam diretamente o bem-estar do lar. Segundo Mary Gregerson, presidente da American Psychological Association’s Society for Environment, Population, and Conservation Psychology, "a cor afeta a mente e o corpo das pessoas." 

Vale ressaltar que, a influência não se limita às cores, mas também às texturas e estampas. Ou seja, a maneira como são aplicadas também está associada às sensações cromáticas.

Então, antes de comprar as latas de tintas, reunimos tudo o que você precisa saber para acertar na escolha da cor. Vamos lá?

1. Analise seu espaço
Observe o ambiente que você quer pintar a parede. Quais são os tons dos móveis? E dos objetos de decoração? Isso ajuda a entender a influência das cores na decoração e como combinar com o mobiliário que você já tem.


2. Priorize as cores favoritas
Leve em consideração os gostos pessoais de quem vive na casa. Cada um reage de um jeito aos tons e intensidades.


3. Adeque os efeitos das cores aos ambientes
Você adora vermelho e gostaria que seu quarto tivesse uma parede com essa cor. Tenha em mente que a escolha pode influenciar seu sono, já que cores mais quentes geralmente são estimulantes, enquanto as mais frias acalmam e ajudam a descansar. Se não quer abrir mão da tonalidade, uma alternativa pode ser colocá-la na sala ou escritório.

4. Verifique a iluminação
As cores mudam de "comportamento" de acordo com a
iluminação. Isso porque lâmpadas brancas acendem e clareiam tonalidades, enquanto as amarelas podem intensificar e esquentar as cores. Já as coloridas podem mudar totalmente a matiz na parede.

5. Tenha em mãos o círculo cromático
Usado na moda, no design e, claro, na arquitetura e decoração, o círculo cromático ajuda a identificar a melhor combinação de cores. Sua versão mais simples é composta por 12 cores: as três primárias, as três secundárias e seis terciárias. Com ele, é possível identificar rapidamente quais são as cores complementares (que são opostas no círculo), análogas (tons que estão lado a lado), e outras combinações. Aplicativos como o 
Colour Wheel (Android) e Poket Color Wheel (iOS) ajudam a entendê-lo melhor.

6. Leve a localização do imóvel em consideração
Fica na cidade ou no campo? A escolha das cores pode ser influenciada pelo contexto da morada e pela – falta de – natureza ao redor.


7. Atenção ao acabamento
Com diversas opções no mercado, as tintas variam em textura e acabamento.


8. Simule a pintura
Os simuladores de cor online são uma mão na roda para visualizar o resultado final. Há sites gratuitos e pagos para testar a cor antes de pintar, como o gratuito
Colorjive e de diversas marcas de tintas do mercado. 

9. Defina a área a ser pintada
O cômodo todo ou apenas uma parede? A segunda opção pode ser a mais segura, como explicamos em
nossa galeria de fotos sobre o assunto. A transformação não é cara, tampouco trabalhosa. Mas a escolha pode fazer toda a diferença! 

10. Busque inspirações
Antes de arriscar, reúna fotos de ambientes com as cores que você tem em mente. As referências da vida real vão te dar uma dimensão do que você deseja e pistas se a combinação de cores será certeira.


11. Apele para um especialista
Se a busca pelo tom ideal ainda deixa com dúvidas, contrate um arquiteto ou designer de interiores.


EX-PREFEITO DO RIO DE JANEIRO MORANDO EM NOVA YORK.

O ex-prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, matriculou seus filhos no sexto colégio mais caro do mundo,que fica nos Estados Unidos da América, cuja mensalidade chega a R$ 10 mil por mês. Paes alegou no ano passado que após sair da prefeitura do Rio de Janeiro levaria uma vida franciscana, referindo-se a Francisco de Assis que foi pobre por opção.
 
Eduardo Paes matriculou os filhos no Avenues, colégio badalado (e caro) de Nova York. As crianças vão cruzar no pátio com Suri, filha de Tom Cruise e da bela Katie Holmes.
 
O que deixa qualquer um intrigado é saber como a renda de um prefeito do Rio de Janeiro consegue bancar tamanha despesa a ponto de sustentar matrículas de duas crianças numa escola onde os atores de Hollywood colocam seus filhos.
 
Paes saiu da prefeitura, após ser derrotado por Marcela Crivella, mudou-se para Nova Iorque onde reside, atualmente, em Bronxville. Uma região considerada de classe média para os padrões de vida americano.
 
No Rio de Janeiro a situação financeira da Prefeitura é caótica. Os professores estão em greve por falta de pagamentos. Na área de saúde